O futuro é a agro inteligência

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), a demanda por alimentos vai aumentar 70% até 2050. Diante desse fato, a participação do Mato Grosso pode fazer a diferença desde que os agricultores, adotem desde já, toda a tecnologia e gestão disponíveis.

Segundo Glauber Silveira, ex-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) e da Aprosoja Brasil, há cerca de 15 anos, a produtividade média de soja vem se mantendo no patamar de 50 sacas/hectare. Para ele, alguma coisa está sendo feita de forma incorreta.

Silveira ainda afirma que “o mundo espera que o estado responda por 40% desse incremento. É um grande desafio, mas também uma grande oportunidade. O que falta é tecnologia”.

Hoje, 37% do território mato-grossense é ocupado pela agropecuária, sendo 11% com a produção agrícola e 26% com pastagens para o gado. No cenário desenhado pelo conselheiro do Senar-MT, as áreas agrícolas chegariam a 28% do estado, e a pecuária ocuparia 9%. “Assim, teríamos uma ampliação de produção nas duas atividades, uma vez que a pecuária intensiva é mais produtiva que a extensiva. E, o melhor: sem a abertura de novas áreas”, pondera Glauber.

Fonte: Aprosoja/MT

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